Sua marca faz sentir?
14 | 07 | 2017
Enquanto estou sentado escrevendo esse texto e olho ao meu redor, estou cercado por dezenas de marcas (digo dezenas, porque parei de contá-las). Quantas delas deixaram uma "marca" em minha vida? Quantas delas têm algum significado para mim? Poucas. Ou quase nenhuma...

Dê uma olhada a sua volta e faça a seguinte pergunta: Levando em conta a infinidade de marcas que nos rodeiam, será que todas elas significam algo para você? Será que elas te fazem sentir? Ou elas são apenas nomes gravados em "coisas"?

Nós damos significado às coisas a partir de nossas interações com elas. Os significados de cada uma dessas dezenas de marcas são construídos (ou não) a partir do momento em que elas nos fazem sentir algo. E hoje em dia (tamanha a concorrência) é bom que elas nos façam sentir algo de bom. 

Então o Branding, que, em poucas palavras, trata da gestão de uma marca, ou da gestão de como ela se relaciona com as pessoas. Não é sobre "nomes" gravados em "coisas". É sobre a qualidade, a importância e os significados da nossa interação com as "ideias" que essas marcas carregam. Sim, o sistema marca-produto-serviço é (ou deveria ser) a interpretação real ou virtual de uma ideia. E eu e você escolhemos as Marcas que compartilham as mesmas ideias que nós.

Se você é gestor de uma Marca, seja você o dono da empresa ou um gerente de marketing, pergunte-se: Se a minha Marca desaparecesse amanhã, alguém (além de mim) sentiria falta dela? A minha Marca inspirou alguém? A minha Marca “fez sentir”? 

Interações, relacionamentos, experiências são construídos às custas de esforço e disciplina. Quanto tempo você e sua Marca tem gasto em cultivar relações significativas com seus públicos? Inclusive, poderíamos trocar a palavra “públicos” por “co-autores”, afinal, toda boa história de amor, todo relacionamento é sobre 1+1.

Não é mais storytelling. É storydoing.