É sempre pessoal
04 | 05 | 2018

Sim, no mundo dos negócios é sempre pessoal. Durante muitos anos, tentaram nos convencer do contrário. Aquela frase: “não é nada pessoal, são apenas negócios” era só uma maneira de nos manter calados e distantes. Símbolo de uma frieza corporativa comum em empresas tão grandes, mas tão grandes, que não dava pra saber como “falar com o dono”.


Mas a gente ficou mais esperto e "casca grossa". O excesso de desumanidade nos deixou mais humanos. A correria e o stress corporativo criou uma nova espécie de empreendedores mais evoluída e fez fazer crescer, aos montes, negócios mais “pessoais”, criativos e startups que nasceram para construir um legado.


Agora a gente conhece o “dono”, a gente sabe quem fez nossas roupas, a gente se sente quase da família daquele pessoal que fez os óculos que a gente usa. A gente sabe quem fez nossa comida e conhece a sua história (e, convenhamos, é muito mais saboroso comer assim!). Até mesmo os tubarões (aquelas tais corporações grandes e pesadas) começaram a entender que tudo é feito por pessoas e para pessoas, e não dá mais pra ser “apenas negócios”.


A gente começou a falar em “experiência do consumidor”, “design centrado no ser humano” e surgiu até banco (símbolo desse modelo antigo) com um jeito diferente de ser - é só ver o exemplo do Nubank). Não tem jeito, tem que chamar pelo nome. Não há nada mais atual do que saber com quem a gente faz negócios.


Tudo que a gente faz aqui na Abracadabra é levado para o pessoal. A gente ri e chora junto com o cliente. A gente torce, acompanha o crescimento, dá bronca, faz as pazes e segue em frente. Quanto mais a gente é gente normal, mais coração a gente coloca no que faz.


Eu sou o Allyson dos Reis, fundador e diretor criativo da Abracadabra, e eu levo tudo para o pessoal. Fazer o que, eu só acredito em negócios assim!!


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